Aranha 2, 2008 Autômato sonoro: acrílico, alumínio, cabos eletrônicos, fita adesiva, sensor infra-vermelho 42 x 52 x 60 cm
Paulo Nenflidio trabalha o elo entre artes visuais, música e tecnologia. Suas “engenhocas” podem emitir diferentes tipos de som de forma autônoma, a partir de estímulos do vento, das mudanças de luz ou da participação do espectador. Nenflidio investiga dicotomias que surgem entre o objeto único e o industrializado, a cultura erudita e a cultura de massa. Além das esculturas, o artista constrói aparelhos sonoros que ele mesmo toca em performances eletroacústicas.