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Ernesto Neto no [at] MoMA
22.01.2010

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Ernesto Neto mostra no MoMA de Nova Iorque a obra Navedenga, de 1998. Comprada em 2007, a obra que ocupa uma sala inteira será exibida sob curadoria de Doryun Chong. A obra fica exposta de 22 de janeiro a 26 de abril.

[Ernesto Neto shows the work Navedenga (1998) at MoMA in New York. Bought in 2007, the room-sized piece was chosen by curator Doryun Chong to be exhibited from January 22 to April 26.]


Notícias [News] Galeria Fortes Vilaça
12.01.2010

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Feliz 2010 | Happy 2010
18.12.2009

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Mais um ano chegou ao fim e foi muito bom ter todos por perto. Sairemos de férias no dia 19/12 e o Galpão volta com a exposição de Ernesto Neto no dia 11/01/2010. A Galeria reabre as portas  no dia 04/03 para a abertura da exposição de Carlos Bevilacqua.

Boas festas e feliz 2010!

[Another year comes to an end and it was very delightful to have everyone around. We will be on vacations from December 19 and return to our activities at the Galpão with Ernesto Neto’s exhibition on January 11. The Galeria reopens after on March 04 for Carlos Bevilacqua’s opening exhibition.]

Happy Holidays and happy 2010!


Abertura [Opening] Ernesto Neto | 12.12.09 | Galpão Fortes Vilaça
09.12.2009


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ERNESTO NETO

Mitodengo


A Fortes Vilaça tem o prazer de apresentar sua última exposição do ano: Mitodengo, de Ernesto Neto, no Galpão. A mostra traz uma única escultura de proporções monumentais - cinco metros de comprimento e quase cinco de altura - composta por onze grandes peças de aço de 1,5 m de diâmetro e quatrocentos quilos cada. Pela primeira vez, Neto utiliza o metal na criação de uma obra de grande escala.

 

O artista começou a trabalhar com materiais sólidos em meados de 2006. Durante uma residência de seis meses realizada no Atelier Calder em Saché na França, Neto experimentou possibilidades escultóricas a partir de cortes a laser sobre uma diversa gama de materiais duros. O processo de criação começa com o desenho das peças feitos em grafite, posteriormente a imagem é digitalizada e enviada a empresas especializadas em cortes de aço. 

 

Em Mitodengo, cada peça de aço apresenta um desenho individual e orgânico, e se encaixam  como se fossem módulos, partes de um quebra cabeça. Com recortes de formas simples que remetem a brinquedos infantis dos anos 1970, as pesadas peças se acomodam sem cola ou qualquer outro material que as grude, sendo delicadamente encaixadas com a ajuda de um guindaste. A obra é puro equilíbrio e diálogo com a gravidade - características essenciais no trabalho do artista, em que a relação tensorial das partes sob a força da gravidade, mantém o objeto em sua forma estável. “Mitodengo é uma escultura linha, um desenho no espaço, uma linha de pontos que se encontram se encaixam, se beijam numa dança continua de contornos macho - fêmeaâ€, aponta Neto. 

 

O artista surpreende mais uma vez ao utilizar um material rígido para formar uma escultura de movimento leve, sinuoso e sensual, tal qual suas obras moles, feitas de tecido. Mitodengo contrapõe sua delicada forma à rudeza e dureza do aço. Para o artista, a obra “pensa a possibilidade de poesia e doçura mesmo num mundo duro como aço. O Dengo é uma maneira de olhar, de cuidar e de abraçar sem tocar, os Mitos são como micro mitos cotidianos, que aparecem e somem como uma linha de um desenhoâ€.

Neto é um dos principais nomes da escultura contemporânea. Em maio deste ano, criou sua maior e mais ambiciosa obra; medindo 21 x 37 x 58 m, Anthropodino ocupou todo o espaço do Drill Hall, The Armory, em Nova York. Em 2006, Neto mostrou a impressionante obra Leviathan Thot, que ocupava todo o interior do Pantheon de Paris. O artista ainda participou de duas Bienais de Veneza e teve uma individual em 2008 no MACRO, MACRO - Museu d’Arte Contemporanea di Roma. Em 2010, terá uma individual na Hayward Gallery, Londres e no MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo.

———-

 

Fortes Vilaça is pleased to present its final exhibition of the year: Mitodengo, by Ernesto Neto, at the Galpão. The show features a single sculpture of monumental proportions – five meters long and nearly five high – made up of eleven 1.5-meter-diameter pieces of steel weighing 400 kg each. This is the first time that Neto has used metal in the creation of a large-scale artwork.

 

The artist began working with solid materials in mid-2006. During a six-month artist residency at Atelier Calder, in Saché, France, Neto experimented with sculptural possibilities based on cuts made by laser in a range of hard materials. The creative process begins with graphite drawings of the pieces; later the image is digitalized and sent to a company specialized in cutting steel.

 

In Mitodengo, each steel piece presents an individual and organic design, fitting together with the others like the parts of a puzzle. With simple shapes that recall children’s toys from the 1970s, the heavy pieces are assembled without the need for welds or other means of fastening, since their shapes interlock as they are set delicately in place with the help of a crane. The work is one of precise balance and dialogue with gravity – essential characteristics in the oeuvre of this artist – since the object’s stability stems from the relation of tension among the parts instilled by the force of gravity. “Mitodengo is a line sculpture, a drawing in space, a line of points that encounter one another and fit together, kissing each other in a continuous dance of male/female outlines,†Neto states.

 

Once again, the artist has surprisingly used rigid material to make a sculpture with the same light, sinuous and sensual movement seen in his soft works made of fabric. The delicate form of Mitodengo is counterpoised against the rawness and hardness of the steel. For the artist, this artwork “concerns the possibility of poetry and sweetness even in a world hard like steel. Dengo is a way of looking, caring for and embracing without touching, while the Mitos are like everyday micromyths, that appear and add up like a line of a drawing.â€

 

Neto is a leading name in contemporary sculpture. In May of this year he created his largest and most ambitious work to date: measuring 21 x 37 x 58 meters, Anthropodino took up the entire space of Drill Hall at Park Avenue Armory, New York. In 2006, Neto showed the impressive work Leviathan Thot, which occupied the entire interior of the Pantheon in Paris. The artist has also participated in two Venice Biennales, and in 2008 he held a solo show at MACRO (Museu d’Arte Contemporanea di Roma). In 2010, his work will be featured in solo shows at Hayward Gallery, in London, and at MAM–SP (Museu de Arte Moderna de São Paulo).

 

 

 

 


Adriana Varejão | Tour Virtual da Exposição [Exhibition Tour Video]
02.12.2009


Abertura [Opening] Adriana Varejão - 12.11 | Galeria Fortes Vilaça
10.11.2009

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Adriana Varejão

A Galeria Fortes Vilaça tem o prazer de apresentar novos trabalhos de Adriana Varejão. Numa grande virada no curso de sua produção, a artista mostra cinco pinturas tridimensionais que surpreendem por suas cores, formas e imagens jamais vistas em seu trabalho, ao mesmo tempo em que alinham-se conceitualmente à produção anterior da artista.

Todas as pinturas têm a forma de pratos fundos de um metro e meio de diâmetro, e apresentam de forma singular personagens míticos e frutas frescas, fundos dos mares, conchas e castelos de areia. Se em sua conhecida série de Azulejões, a artista ampliava a escala do azulejo português, desta vez ela toma como ponto de partida a produção de Bordalo Pinheiro no século XIX, em Caldas da Rainha, Portugal. A artista amplia a escala dos pratos e apropria-se de temas, cores e transparências, além dos elementos tridimensionais originalmente presentes nestes pratos como ornamento.

A carne crua e os charques dão lugar aqui a frutos frescos, que como num banquete, são servidos em pequenas porções. Em Mãe d’água, uma sereia negra reina altiva sobre um fundo de mar revolto azul profundo cercada de seres marinhos e de um menino negro com a pele machada de branco, que se confunde com a espuma do mar. Sobre a superfície côncava do prato estão jabuticabas maduras de casca brilhante e escura, inteiras e redondas. Toda a superfície foi desenvolvida por Adriana para que pudesse ser finalizada à óleo, tanto o fundo quanto os frutos tridimensionais.

Num outro prato, Sereias Bêbadas nadam em torno de suculentos figos, seus corpos se confundem com frutas e conchas numa imagem de erotismo latente, “um erotismo natural, sem mal e sem psicanáliseâ€. Em Nascimento de Ondina, outro fundo de mar - este povoado por algas ou corais - revela uma sereia que carrega uma criança no colo. Algumas conchas estão neste prato e uma delas, entreaberta, guarda um feto. Outra imagem de fertilidade aparece na gema de ovo de Pérola Imperfeita, na qual mergulhadoras nuas nadam sobre um fundo de bronze ligadas a um enorme ouriço do mar.

Os pratos são pintados na frente e também no verso, com padronagens de origens distintas: ming, song, marajoara, catalã. Na quinta pintura, um Castelinho de Areia, aparece flutuando sobre o azul. A arquitetura mole e precária parece reafirmar um certo aspecto onírico de todas as outras figuras. A artista sinaliza assim para o fato de que dentro de sua ficção histórica ¬ deste enorme emaranhado de histórias e tempos diversos - há espaço também para as narrativas particulares, interiores, e para reflexões atemporais.

No momento, a editora Cobogó finaliza o maior livro já feito sobre a obra de Varejão. A publicação cobre desde o início de sua carreira no final dos anos oitenta até os trabalhos desta exposição. Com quatro textos e cento e vinte obras reproduzidas, o livro será lançado no início de 2010.

Adriana Varejão

Galeria Fortes Vilaça is pleased to present new works by Adriana Varejão. In a significant shift in the course of her production, the artist is showing five three-dimensional paintings whose colors, forms and images are surprising inasmuch as they are unlike anything she has done before, even though they are aligned conceptually with her previous production.

All the paintings are in the form of deep plates measuring one and one-half meters in diameter which present in singular way scenes of mythical characters, fresh fruit, ocean bottoms, shells and sandcastles. If in her well-known series Azulejões the artist enlarged the scale of blue Portuguese wall tiles, this newest set is based on the 19th-century production of Bordalo Pinheiro, in the Portuguese city of Caldas da Rainha. The artist enlarges the scale of the plates and appropriates themes, colors and transparencies, as well as the three-dimensional elements originally used in the ornamentation of these plates.

The raw meat and jerked beef of previous works have given way to fresh fruit, served in small portions, as at a banquet. In Mãe d’água [Water Deity], a Black mermaid nobly reigns over the depths of a stormy deep blue sea, surrounded by sea creatures and a little Black boy whose mottled black-and-white skin blends with the sea’s frothy waves. On the plate’s concave surface there are whole, round, ripe jabuticaba fruits with shiny, dark peels. The entire surface of the plates was first developed, followed by finalization of the sea bottom and the three-dimensional fruits in oil paint.

Another plate, entitled Sereias Bêbadas [Drunken Mermaids], presents apparently inebriated mermaids swimming around succulent figs, their bodies blending with the fruits and seashells in a latently erotic image, “a natural eroticism, with no bad intent or psychoanalysis.†Another undersea scene – this one inhabited by algae and corals – is found in Nascimento de Ondina [Birth of Ondine], the predominant image here being that of a mermaid cradling a baby on her chest. The seashells on this plate include a half-open one with a fetus inside. Pérola Imperfeita [Imperfect Pearl] features another image of fertility, an egg yolk, around which nude female divers connected to an oversized sea urchin swim, contrasted against a bronze background.

The plates are also painted on their backs, with different patterns: Ming, Song, Marajoaran, Catalan. In the fifth painting, Little Castle, a sand castle is seen floating against a misty blue background. The soft and precarious architecture seems to reaffirm a certain oneiric aspect seen in all the other figures. The artist thus signals that among her historic fiction – this huge interconnected tangle of stories from various times – there is also space for private, inner narratives, and for atemporal reflections.

Cobogó Publishers are now finalizing the largest book to date on Varejão’s work. The publication will cover the period spanning from the beginning of her career in the late 1980s up to the artworks in this exhibition. With four texts and 120 images of artworks, the book is slated for release in early 2010.


Abertura [Opening] Vertigem | Osgemeos no [at] Museu de Arte Brasileira - FAAP
23.10.2009

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No dia 24 de outubro osgemeos abrem sua exposição no MAB-FAAP entitulada Vertigem. A exposição fica até o dia 13 de dezembro e traz obras que passaram por mostras realizadas em Curitiba e no Rio de Janeiro, além de uma série de obras produzidas especialmente para o MAB.

[On October 24th osgemeos opens their exhibition called Vertigem at the MAB-FAAP, São Paulo. The exhibition remains untill December 13th and brings early works from shows in Curitiba and Rio de Janeiro, among new series specially produced for tha MAB.]

Horário [Visit time]: de 3a a 6a feira [tuesday to friday], das [from] 10h00 às [to] 20h00
Sábados, domingos e feriados, [saturdays, sundays and hollidays] das [from] 10h00 às [to] 17h00
Fechado às 2as feiras, inclusive quando for feriado. [Closed on mondays, including when holliday]
Informações [Informations]: (11) 3662-7198
Visitas Educativas [Scheduled visits]: agendamento (11) 3662-7200       
Entrada Gratuita [Free entrance]


Abertura [Opening] Barrão - Galeria Fortes Vilaça | 08.10.09
06.10.2009

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Barrão

A Galeria Fortes Vilaça tem o prazer de apresentar a exposição do artista carioca Barrão. Desde 1992 sem expor em São Paulo, Barrão apresenta dez esculturas inéditas construídas a partir de um processo de colagem de fragmentos de objetos de louça.

O artista começou a trabalhar com apropriações de objetos cotidianos nos anos 1980. Desde então, já utilizou eletrodomésticos, como geladeiras, batedeiras e televisões e, mais recentemente, passou a criar esculturas com louças decorativas; sempre mantendo o interesse de subverter - com humor e ironia - o sentido original dos objetos.
Barrão agrupa os pedaços de coisas, colando-os com durepox e deixando a emenda à vista na escultura finalizada. Como aponta Luis Camilo Osório, “alguns pedaços podem sugerir novas formatações e o resultado surge dos acidentes do percurso – propósito e acaso caminham juntosâ€. As obras são orientadas por questões escultóricas clássicas, como a preocupação volumétrica. Em todas as esculturas tem-se um volume coeso central do qual partem as extremidades.

Dando preferência a objetos do imaginário popular, usados e antigos, as esculturas são carregadas de referência pop e kitsch. Para Barrão, os objetos dos quais se apropria não seguem qualquer lógica hierárquica. Seu interesse é focado nas formas, cores e tamanhos, assim, um elefante, uma caveira, um buda, uma xícara, um bule ou um gatinho, pertencem à mesma classificação.

Em Delícia Tropical, uma série de xícaras, vasinhos, potes e pedaços de peças decorativas com frutas estampadas, equilibram-se formando um colorido e estreito totem, que alcança a altura de 1,90. Em sua ponta há quatro pequenos papagaios de louça. Ninfas Derramadas é formada por pequenas esculturas de deusas gregas com os bustos desnudos dispostas de cabeça para baixo. As delicadas deusas formam uma espécie de cauda branca para o resto do acúmulo de fragmentos de xícaras azuis que completa a obra.
Outro “ajuntamento imprevisível†é visto em Hospedeiros, em que um cachorro de louça tem sua cabeça cortada e separada de seu corpo e, entre as partes, o artista cola uma série de outros objetos prontos, como um elefante, um bule e um cabo de guarda-chuva.
É possível identificar em suas obras um espírito curioso que se diverte ao desmontar objetos, para depois grudá-los de forma a estabelecer uma nova ordem de funcionamento para eles. Deixando de lado a utilidade doméstica ou decorativa destes objetos, Barrão desordena e destrói, para depois construir suas obras.

Barrão

Galeria Fortes Vilaça is pleased to present the exhibition by Rio de Janeiro artist Barrão. This show, Barrão’s first in São Paulo since 1992, features ten new sculptures constructed through a process of gluing together the fragments of porcelain objects.

The artist began to work with appropriations of everyday objects in the 1980s. Since then, he has used household appliances, such as refrigerators, egg beaters and televisions, and more recently has begun to create sculptures with decorative porcelain, always subverting – with humor and irony – the original meaning of the objects.

Barrão groups pieces of the things he appropriates, gluing them together with epoxy resin and leaving the glued seams visible in the finished sculpture. As Luis Camilo Osório has stated, “some of the pieces can suggest new formattings, and the result arises from chance happenings along the way – purposeful and random acts go hand-in-hand.†The artworks are guided by classic sculptural questions, such as the concern for volumetrics. In all the sculptures there is a central cohesive volume from which the extremities extend.

Generally made with old and used commonplace objects, the sculptures are loaded with pop and kitsch references. There is no logical hierarchy among the objects; Barrão’s interest is focused on their forms, colors and sizes, and therefore an elephant, a skull, a Buddha, a teacup, a teapot or a little cat belong to the same classification.

In Delícia Tropical [Tropical Delicacy], a series of teacups, little vases, pots and pieces of decorative items with stamped fruit patterns are balanced to create a colorful and narrow 1.9-meter-high totem pole. At its top are four little ceramic parrots. Ninfas Derramadas [Spilled Nymphs] is made up of small sculptures of Greek goddesses with bare breasts arranged upside down. The delicate goddesses form a kind of white tail for the rest of the work, consisting of an accumulation of fragments of blue jugs and teacups.

Another “unforeseen conjoinment†is seen in Hospedeiros [Hosts], in which a ceramic dog has its head cut off and separated from its body, to which the artist glues a series of other ready-made objects, such as an elephant, a teapot and an umbrella handle.

His works evince a curious spirit that enjoys taking objects apart and then sticking them together in a way that confers a new sort of operation to them. With no regard for the household use or decorative function of these objects, Barrão disorders and destroys them, to then construct his artworks from their fragments.


Julião Sarmento na mostra [at the show] Abscence is the Highest Form of Presence
05.10.2009

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No dia 04 de outubro o Museum Dhondt-Dhaenens, Bélgica, abriu a mostra Abscence is the Highest Form of Presence, projeto idealizado pelo curador Michael Tarantino, falecido em 2003. Com o objetivo de unir os universos estéticos dos filmes e das artes visuais, a mostra traz pinturas, esculturas e filmes dos artistas Julião Sarmento, Luc Tuymans e Robert Gober e fica até o dia 29 de novembro de 2009.

On October 04th the Museum Dhondt-Dhaenens, Belgium, opened the show Absence is the Highest Form of Presence, idealized by the curator Michael Tarantino, who died in 2003.  With the main objective of gathering the aesthetic universes of films and visual arts, the show brings paintings, sculptures installations and films by the artists Julião Sarmento, Luc Tuymans and Robert Gober and remains up untill November 29th.


Damian Ortega expõe no [exhibits at] ICA
23.09.2009

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No dia 18 de setembro Damian Ortega abriu sua exposição Do It Yourself no ICA de Los Angeles, que fica até 18 de janeiro de 2010. A mostra é uma retrospectiva de 15 anos de trabalho do artista e reúne 19 peças incluindo vídeos, instalações, fotomontagens e esculturas de larga escala.

On september 18th Damian Ortega opened his solo exhibition Do It Yourself at ICA Los Angeles, which remains up untill january 18th. The show is a 15 year work retrospective and it showcases 19 pieces, including videos, installations, photo-montages and large-scale sculptures.


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